PARA REFLETIR

PARA REFLETIR

domingo, 11 de julho de 2010

A QUEM POSSA INTERESSAR.

A partir de hoje, este espaço será usado de duas formas.
As postagens serão divididas em duas motivações, a 1ª delas será dar continuidade as denuncias, opiniões pessoais, criticas e elogios como venho sempre fazendo, a 2ª motivação, será de conotação política.
Até pensei em criar um outro Blog para tal divulgação mas decidi utilizar deste mesmo espaço, colocando sempre como título da postagem o meu nome e nº de candidato.
peço a compreensão de todos os leitores e que comentem as postagens.
Ps. continuará vedada postagens anônimas.

CONTRA A DITADURA

Colegas,

foi criado na internet um petitionline que pede à Reitoria da PUC de Campinas que cancele uma homenagem (sic) que esta Universidade (desde 1973) continua prestando ao ditador-algoz Garrastazu Medici.

Para apoiar esta campanha organizada por várias entidades da "sociedade civil" brasileira, é só CLICAR no link abaixo.

http://www.petitiononline.com/medici1/petition-sign.html

UM EXEMPLO TÍPICO DE DITADURA

Muitas vezes a ¨falsa oposição tucana¨ acusa o governo Lula de querer censurar os meios de comunicação (o que não deixa de ter um certo grau de verdade), mais toda essa ¨ verdade¨ começa a inverter de lado. Principalmente nos últimos dias. Um bom exemplo foi a postura do candidato Jose Serra (PSDB) que praticou uma ingerência política com relação a TV Cultura. O ex-governador de São Paulo demitiu o Jornalista Heródoto Barbeiro, por este ter lhe feito uma pergunta diríamos assim... incomoda no programa Roda Viva.

Além de substituir Heródoto Barbeiro no programa, o jornalista Gabriel Priolli foi afastado do cargo de diretor de jornalismo da Cultura. Pelo fato de a emissora ter produzido um documentário, que denunciava o aumento nos pedágios de São Paulo.

Não vou defender aqui o governo Lula, mais o candidato tucano, usou seu poder de influencia como ex-governador, para demitir um jornalista que está a anos na frente da TV cultura, como é o caso do Barbeiro, por exercer o seu direito de expressão e afastar um diretor de jornalismo, devido a um documentário, que mostra a realidade de São Paulo, ora bolas, será que isso também não tem um certo grau de censura? Ou será que eu estou errado? Não estou defendendo o governo Lula, mais será que esse fato também não mancha um pouquinho a reputação ilibada da ¨falsa oposição¨?


por - Almir Escatambulo

A URGÊNCIA DA AUDITORIA DA DÍVIDA PÚBLICA

É inadmissível que um país gaste bilhões dessa forma e ninguém se manifeste sobre isso; é preciso saber para onde vai o dinheiro pública.

O Copom (Comitê de Política Monetária) aumentou para 10,25% a taxa de juros com a justificativa de contenção da inflação. O que não se fala é que, com esse aumento -que consolida o Brasil como paraíso dos capitais especulativos-, dispara também a dívida pública do país.

Enquanto se mantém a atração do capital financeiro internacional, as consequências internas com escassez de recursos para áreas sociais são desastrosas. O relatório final da CPI da dívida pública, proposta por nosso mandato, reconhece que o fator mais importante para o crescimento da dívida foram as altas taxas de juros.

O documento afirma que as decisões do Copom sobre o tema não são transparentes. Mas os dados levantados pela CPI vão além e revelam como a dívida se tornou o nó da política econômica brasileira. De 1995 a 2009, ela saltou de R$ 60 bilhões para R$ 2 trilhões, sendo que R$ 1 trilhão foi pago apenas em juros e amortizações.

Somente no ano passado, R$ 380 bilhões -36% do Orçamento do país- foram alocados para juros e amortizações. Outro bolo foi destinado à rolagem da dívida. Enquanto isso, foram destinados menos de 3% para educação e menos de 5% para saúde.

Os documentos analisados pela CPI também apontam para acordos e contratos extremamente lesivos aos cofres e interesses nacionais, desde o boom da dívida externa até sua transformação, depois do Plano Real, em dívida interna.

As ilegalidades incluem a aplicação de juros flutuantes nos contratos da dívida externa com bancos privados internacionais na década de 70, com dano de US$ 223 bilhões ao patrimônio público, e cláusulas ilegais em acordos com bancos privados nos anos 80 e 90.

Incluem também aplicação do mecanismo de “juros sobre juros”, proibido pelo STF, e recompras antecipadas de títulos da dívida externa por meio do pagamento de ágio de até 50% do valor de f ace do título e da emissão de títulos da dívida interna, mais onerosa para o país.

Ao longo dos trabalhos da CPI, PSDB, DEM, PT e PMDB impediram a convocação de autoridades monetárias, como os ministros Pedro Malan e Antônio Palocci. Depois de muita batalha, conseguimos ouvir o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o ministro Guido Mantega. Ambos negaram que a dívida seja um problema para o país.

O próprio Tribunal de Contas da União (TCU), no entanto, encontrou várias ilegalidades nas auditorias pontuais da dívida feitas pelo órgão -isso porque a maioria dos fatos examinados pela comissão nem sequer chegou a ser auditada pelo TCU. Ou seja, é preciso aprofundar as investigações. Por isso, todos os documentos da CPI foram encaminhados à Procuradoria-Geral da República, que criou um grupo especial para investigá-los. Pelas mesmas razões, defendemos a realização imediata de uma auditoria integral da dívida públi ca, conforme prevê a Constituição Federal. A sociedade precisa saber para onde vai o dinheiro público.

Essa enorme sangria de recursos nunca é quantificada em sofrimento e humilhação dos milhões de brasileiros que pagam um preço monumental pela educação sucateada, pela falta de sistema de saúde de qualidade, de moradia decente, de aposentadorias dignas e de empregos que adviriam de investimentos públicos. Ou seja, camufla-se o impacto da dívida pública para os brasileiros.

É inadmissível que um país gaste bilhões dessa forma e ninguém se manifeste sobre isso. A passividade no enfrentamento e a ocultação dessa verdade à população impedem a construção de um país soberano e com justiça social. Com a palavra, os candidatos à Presidência da República.



por Ivan Valente - Dep. Federal do P.SOL de São Paulo

ENQUETE PARA TWITTEIROS


Camaradas o TSE criu um linck no twiter que é possível votar nos candidatos a presidente, governador, senadores, mas apenas para aqueles que tem twiter, porque a pesquisa é entre usuários do twitter.
O resultado parcial é:

  • Dilma Roussef - 40,4% (482 votos)
  • José Serra - 22,4% (267 votos)
  • Marina Silva - 19,0% (226 votos)
  • Plínio Sampaio - 12,3% (147 votos)
  • Branco/Nulo - 2,9% (35 votos)
  • Zé Maria - 1,8% (21 votos)
  • Levy Fidélix - 0,4% (5 votos)
  • Mário de Oliveira - 0,3% (4 votos)
  • José Maria Eymael - 0,3% (3 votos)
  • Ivan Pinheiro - 0,2% (2 votos)
  • Entre através de seu twitter e vote, quem não tem twitter faça um é muito fácil, que a parada ajuda mesmo, faz muita propaganda do Plínio sem gastar um centavo, como diz o Plinio: Twitemos!!!

    sexta-feira, 9 de julho de 2010

    ALMOÇO ALTERNATIVO

    A Pastoral da Criança da Paróquia Nossa Senhora da Esperança convida a todos os sarandienses a comparecer neste domingo dia 11/07/2010 no Salão paroquial para participar de um almoço em beneficio desta pastoral.
    O almoço será servido à partir das 12Hs, o cardápio terá: feijão tropeiro, Arroz enriquecido, Frango assado, maionese de mandioca, Farofa e Saladas váridas.
    PS. levar prato e talheres.
    Obs: Não esqueça o valor do almoço é de R$10,00 ( dez reais) por pessoa

    quinta-feira, 8 de julho de 2010

    ENERGIA RENOVÁVEL, POR QUE NÃO NO BRASIL?


    A Alemanha irá produzir toda a sua eletricidade com fontes de energia renovável até 2050 e se tornar a primeira grande nação industrial a eliminar a dependência sobre combustíveis fósseis, disse a Agencia Federal do Meio Ambiente nesta quarta-feira.

    A Alemanha já é uma liderança em energia renovável e exporta tecnologia verde para o mundo todo. O país produz 16 por cento de sua energia de fontes eólicas, solares e outras fontes renováveis — três vezes o índice de cinco por cento, há 15 anos. Reportagem de Erik Kirschbaum, da Agência Reuters.


    “Uma conversão completa para a energia renovável até 2050 é possível do ponto de vista técnico e ecológico”, disse Jochen Flasbarth, presidente da Agência Federal do Meio Ambiente, ao apresentar um novo estudo a jornalistas na quarta-feira.

    “É uma meta muito realista baseada em tecnologia já existente — não é uma previsão abstrata”, acrescentou, dizendo que o cronograma poderia até ser acelerado com novas inovações tecnológicas e uma maior aceitação do público.

    Graças ao Ato de Energia Renovável, a Alemanha é o líder mundial de fotovoltaicos com metade da capacidade instalada. O país espera acrescentar mais de 5 mil megawatts de capacidade fotovoltaica neste ano para um total de 14 mil megawatts.

    A Alemanha também é a segunda maior produtora de energia eólica depois dos Estados Unidos. Cerca de 300 mil empregos no setor de energia renovável foram criados na Alemanha na última década.

    O governo pretende cortar a emissão de gases de efeito estufa em 40 por cento entre 1990 e 2020, e de 80 para 85 por cento até 2050. Esse objetivo pode ser atingido se a Alemanha converter completamente para fontes renováveis até 2050, disse Flasbarth.

    Cerca de 40 por cento dos gases de efeito estufa produzidos pela Alemanha vem da produção de eletricidade, particularmente de usinas de carvão.

    Flasbarth disse que o estudo da Agência do Meio Ambiente descobriu que a conversão para energia verde até 2050 teria vantagens econômicas, especialmente para a importante indústria manufatureira voltada para exportação. Além disso, também criaria dezenas de milhares de empregos.

    “O custo da conversão total para renováveis é muito menor que o custo para futuras gerações causado pelas mudanças climáticas”, disse ele.

    Reportagem da Agência Reuters, no UOL Notícias.

    EcoDebate, 08/07/2010

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    quarta-feira, 7 de julho de 2010

    BLOG DOXOLOGIA

    A resposta sobre a aliança que o PT fez nesta eleição aqui no Paraná, esta e sempre esteve na frase exposta no Blog Doxologia.
    Muito perspicaz e especificadora da situação por sinal: " E aqueles que foram vistos dançando, foram considerados loucos pelos que não conseguiam ouvir a musica" Nietzsche.
    Explicando: E aqueles que não viram o acordo por debaixo dos panos (cuecas) ficaram sem entender nada, e começaram a criticar, até mesmo o PTista de vergonha na cara.

    PISTA DE EVENTOS EQUESTRES

    As fotos ao lado, retirada e divulgada no Blog da Sociedade Rural de Sarandi, mostra que a prefeitura esta utilizando seus ( nossos) maquinários em uma propriedade privada.
    Alô Promotoria, Alô Vereadores de Sarandi, vocês recebem todo mês em dia para cuidar de nossos interesses.
    acho que ai esta uma prova contundente contra aguem de dentro da administração, ou não?

    POLITICA & BUSINESS

    Por Luiz Felipe nº 50 - Candidato do P.SOL ao Governo do Paraná


    POLÍTICA & BUSINESS

    Penso que não é necessário gastar muitas palavras para mostrar o domínio do poder econômico na política, embora seja necessário denunciar essa situação, e refletir sobre ela.

    Disse-me uma vez um respeitado intelectual da esquerda brasileira, o Brasil é um dos países do mundo onde mais claramente a política se transformou em negócio, sendo superado nesse quesito apenas pelo México. Fazer política, que deveria ser atividade voltada à busca da justiça social e do bem viver, virou sinônimo de ganhar dinheiro, de “se dar bem na vida”.

    Exemplos não faltam. Parlamentar usar o mandato para favorecer grupos econômicos, como forma de retribuir as contribuições que recebeu durante a campanha, não é novidade; o administrador usar o cargo público para beneficiar amigos e parentes, também não é novidade, como mostra o caso da Assembléia Legislativa do Paraná. Cite-se ainda o mensalão, no legislativo federal e no Distrito Federal, e a venda de licenças ambientais, no governo do Paraná.

    As campanhas eleitorais transformaram-se em comércio, onde uma multidão de eleitores, muitas vezes pobres, e sempre e viciados na prática, acabam trocando seu voto por algum benefício material. Quanto a esse aspecto a atual campanha seguirá a detestável tradição. Os dois candidatos a governador do Paraná mais ricos materiais dispõe de 69 milhões de reais para ir às compras. Certamente ambos terão ainda o tradicional caixa dois para os socorrer. Com essa fortuna não é difícil concluir que a eleição vai se transformar num verdadeiro leilão, onde a compra de votos será prática generalizada.

    E não há poder estatal que consiga dar conta dessa situação. Aparentemente os candidatos ricos ignoram solenemente a legislação. Ontem mesmo, dia 06 de julho, um dia após o registro das candidaturas, o candidato do PSDB já usava material impresso, quando a lei exige que em qualquer material deve constar o CNPJ. A justiça ainda não havia liberado o número do CNPJ e com o uso do material foi ilegal. Resta à justiça eleitoral mostrar que está atenta aos abusos.

    Uma das formas de impedir que o poder econômico decida as eleições é fazer uma reforma política que institua o financiamento público exclusivo das campanhas. Se não for assim, estas continuarão sendo apenas mais um momento de negócios.

    GAUCHÃO: sarandi acontece de tudo

    GAUCHÃO: sarandi acontece de tudo

    terça-feira, 6 de julho de 2010

    ESTOU DE OLHO

    Não quero ser chato, mas já sendo, Gostaria que pelo menos nós bloguistas não agíssemos feito a mídia corrupta e que corrompe toda categoria de gente, especialmente a classe política.
    A imprensa não expõe todos os candidatos como manda a lei, ela só dá destaque aqueles que no futuro pode ser benevolente com ela própria.
    Não quero crer que pessoas que sempre se queixam dos políticos que temos, não queiram mudanças e na hora do vamos ver divulgam somente notas de alguns candidatos.
    nem tudo que é legal, é moral, vamos dar a todos os candidatos o mesmo tempo de divulgação, e espaço para que cada um deles divulgue o que quer para o país, acho que o mesmos tempo e espaço deve ser repassado a todos sem favorecimentos a este ou aquele

    P.SOL e SEU PENSAMENTO SOBRE O DIREITO À TERRA


    O PSOL apóia o Plebiscito Popular pelo limite da propriedade da terra

    Pastorais sociais, representantes da Igreja, movimento social e estudantil participaram de reunião nesta segunda, 05/07, para articular o Plebiscito Popular que ocorrerá na semana de 01º a 07 de setembro de 2010
    Em 2010 será realizado mais um plebiscito popular no Brasil, desta vez sobre o limite da propriedade da terra. Este plebiscito é uma sequência de outros já realizados, como sobre a dívida externa (2000), sobre a ALCA (2003) e sobre a privatização da companhia Vale do Rio Doce (2007). Os plebiscitos populares são uma necessidade visto que o Estado brasileiro não tem usado esse mecanismo para temas de grande interesse nacional, ao contrário do que está previsto na Constituição Federal de 1988.
    No Brasil, desde a chegada dos portugueses, a propriedade da terra é extremamente concentrada. Ao tomar a terra dos índios, a Coroa Portuguesa distribuiu grandes pedaços de terra, as capitanias hereditárias. Essa concentração permanece até os dias atuais. Segundo dados do INCRA, utilizados na elaboração do II Plano Nacional de Reforma Agrária, no Paraná há cerca de 80 mil hectares de terras griladas e mais de 3500 propriedades consideras improdutivas (mesmo nos índices atrasados atuais), totalizando 828 mil hectares (13% das terras agricultáveis do estado).
    O limite da propriedade da terra é uma necessidade. Só com este limite é que será possível redistribuir a terra e fazer a reforma agrária, uma necessidade dos moradores do campo e da cidade. Diferente de outros governos, como da Bolívia, o governo brasileiro se nega a fazer um plebiscito oficial sobre o tema. Por isso, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e diversos outros movimentos estão organizando um plebiscito popular.
    Por conta disso, o PSOL apóia o Plebiscito Popular pelo limite da propriedade da terra. O Plebiscito será na semana de 01º a 07 de setembro e poderá ser organizado em cada local de trabalho, bairro, Igreja, entidades do movimento social, etc. Será dever de cada militante do PSOL colaborar nesta tarefa.
    Neste sábado, 10/07, haverá um Seminário Estadual para organização do Plebiscito em Curitiba. Todos estão convidados. O seminário começa as 8h30, na sala Nossa Senhora da Luz da sede da CNBB, que fica no prédio amarelo ao lado da catedral da praça Tiradentes.


    segunda-feira, 5 de julho de 2010

    BETO RICHA JÁ LOTEOU O PARANÁ

    Casa Civil – Deonilson Roldo

    Chefe de Gabinete – Ezequias Moreira

    Casa Militar – Cel. Itamar dos Santos

    Escritório em Brasília – Professor Galdino

    Procuradoria Geral – Ivan Bonilha

    Secretaria de Administração – Giovane Gionédis

    Secretaria de Planejamento – João Cláudio Derosso

    Secretaria de Agricultura – Joarez Reichs

    Secretaria de Ciências e Tecnologia – Professor Ramiro Warhafting

    Secretaria de Comunicação – Fábio Campana

    TV Educativa – Amauri Escudeiro

    Secretaria da Criança e Juventude – Marcello Richa

    Secretaria da Cultura – Leandro Knopfholz

    Museu Oscar Niemayer – Fernanda Richa

    Secretaria de Educação – Yvelise Arcoverde

    SUDE (antiga Fundepar) – Luciano Mewes

    Paraná Esporte – Juliano Borghetti

    Secretaria da Fazenda – Ingo Hubert

    Secretaria da Indústria e Mercosul – Alfredo Kaefer

    Secretaria da Justiça – Cid Campelo

    Secretaria de Saúde – Alceni Guerra

    Secretaria de Segurança – Fernando Francisquini

    Secretaria de Obras – Augusto Canto Neto

    Secretaria de Desenvolvimento Urbano – Cassio Taniguchi

    Secretaria de Meio Ambiente – José Domingues Scarpelini

    Secretaria do Trabalho – Manasses Oliveira

    Secretaria de Turismo – Amin Hannouche

    Paraná Turismo e Assuntos da Copa – Alexandre Gardolinski

    Secretaria dos Transportes – José “Pepe” Richa

    Secretaria de Relações Comunitárias – Valdenir Dias

    Secretaria de Assuntos Estratégicos – Gerson Guelmann

    Ouvidoria Geral – João Elias de Oliveira

    Porto de Paranaguá – Lourenço Fregonese

    Teatro Guaíra – Renata Bueno

    PROCON – Lineu Tomass

    Cohapar – Lubomir Fichinski

    Celepar – Gelson Guelmann

    Copel – Jaime Lerner

    Paraná Previdência – Renato Follador

    Paraná Cidade – Guaraci Andrade

    DETRAN – José Borba

    IAP – Walmor Trentini

    Sanepar – mounir chaowiche

    BRDE – José Janene

    Lactec – Alberto Klauss

    Provopar – Mari Ducci

    Compagás – Rubico Camargo

    Liderança do Governo na Assembleia Legislativa – Luiz Cláudio Romanelli

    Presidente da Assembleia Legislativa – Valdir Rossoni


    Fonte: http://www.esmaelmorais.com.br/?p=28947#comments


    domingo, 4 de julho de 2010

    ELE VOLTOU!

    Depois de muito tempo longe, ele está de volta.
    Estou falando do meu "admirador" secreto: O ANÔNIMO, já estava com saudade de suas criticas mau humoradas e tenho certeza que ela voltou depois do meu repúdio ao desfecho do caso do funcionário da Secretaria de ação Social.
    Digo mais: Enquanto existir pessoas feito você, existirão pessoas feito eu para combate-los.

    ELIETE AMARAL

    Depois de muito ameaçar o lançamento do Cido Li...ops. Spada como candidato a Deputado Federal, o PT acabou lançando o nome da Eliete Amaral como representante da legenda aqui em Sarandi.
    dos amigos que me restaram dentro deste partido, a Eliete está entre eles.
    Apesar de nunca ter feito parte desta legenda, por muito tempo fui defensor da mesma.
    Felizmente hoje para mim a ficha caiu, mas esta é outra história.
    Voltando ao nome da Eliéte.
    Achei muito acertada a escolha do PT, em ter a Eliéte como candidata, só está errada a Eliéte em ter o PT como o partido que defende.

    LOJAS MARISA MULTADA POR SERVIÇOS ESCRAVOS

    Fiscalização multa rede de lojas Marisa por trabalho escravo

    Por Redação - de São Paulo

    Erro! O nome de arquivo não foi especificado.
    A costureira ganha R$ 2 por peça

    Uma inspeção de rotina de fiscais do Ministério do Trabalho descobriu, na capital paulista, nesta quinta-feira, trabalhadores bolivianos em condições análogas à escravidão em oficinas de costura contratadas pela rede de lojas Marisa. Cada trabalhador recebe R$ 2 por uma peça que será vendida a R$ 49,99 pela empresa.

    Diante das evidências, a empresa foi autuada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE-SP) acusada de ligação com o trabalho escravo de imigrantes sul-americanos. Foram aplicados 43 autos de infração, num total de R$ 663,6 mil, depois de serem encontrados, em oficinas de costura contratadas pela empresa, imigrantes trabalhando em condições análogas à escravidão. As ações de fiscalização ocorreram durante os meses de fevereiro e março.

    O rastreamento da cadeia produtiva do setor de confecções levou a SRTE a encontrar trabalhadores, em geral bolivianos, sem registro, com salários de R$ 202 a R$ 247, menos da metade do mínimo brasileiro (R$ 510) e menos de um terço do piso da categoria. As condições de trabalho, saúde e segurança também eram inadequadas. De acordo com as investigações dos fiscais do trabalho, dos R$ 49,99 que um cliente da rede de lojas Marisa pague por uma peça, R$ 2 vão para o trabalhador (4%), R$ 2 para o dono da oficina (4%), R$ 17 para os intermediários (34%) e R$ 28,99 (58%) ficam com a Marisa.

    A SRTE também encaminhou o relatório da fiscalização a outros órgãos. À Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (SIT/MTE), bem como à Polícia Federal (PF), para apuração dos indícios de tráfico de pessoas. Os indícios de sonegação de tributos foram enviados às Receitas Federal e Estadual. Representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Ministério Público Federal (MPF) também receberam o material.

    sexta-feira, 2 de julho de 2010

    NOTA DE REPÚDIO

    Aqui nesta, quero deixar claro meu repúdio ao desdobramento do caso do servidor público da Secretaria de ação social de Sarandi.
    Repudio também o fato do "senhor" Prefeito ter lavado as mãos deixando o tal servidor à mercê de um CC, no mínimo anti ético sem respeito algum com um funcionário concursado, coisa que ele mesmo não teve competência de fazê-lo ou ser aprovado, se esta exercendo um cargo na administração, é porque tem costa larga, padrinho dentro da PMS ou sabe bem puxar um saco de pessoas importantes.
    Vai também meu repúdio para quem advertiu o funcionário, colocando-o em disponibilidade, e não tomando atitude alguma contra o tal CC, este sim deveria ter sido exonerado da "função" que ocupa.

    quinta-feira, 1 de julho de 2010

    INVIABILIZADA A ALIANÇA ENTRE P.SOL E PCB

    À MILITÂNCIA, AOS AMIGOS E SIMPATIZANTES DO PCB

    (Nota da Comissão Política Nacional do Comitê Central do PCB)

    Encerraram-se nesta noite as negociações nacionais com o PSOL, em São Paulo, sem que se lograsse um acordo. A Comissão Política Nacional do Partido, ouvida a comissão de negociação designada pelo Comitê Central, adotou consensualmente a decisão que aqui se esclarece.

    Como se sabe, o Comitê Central do PCB havia admitido a possibilidade de que seu Secretário Geral, Ivan Pinheiro, fosse o candidato a Vice-Presidente na chapa encabeçada por Plínio de Arruda Sampaio, além da intenção de contribuir para a eleição de parlamentares do PSOL, celebrando coligações proporcionais.

    O impasse se deu em dois pontos, ambos ligados ao espaço do PCB no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão.

    Em cada uma das cinco eleições (Presidente, Governador, Senador, Deputado Federal e Estadual) cada coligação ou chapa própria tem direito a 20 programas de rádio e televisão. O nosso Comitê Central havia estabelecido como proposta para abrirmos mão da candidatura própria a Presidente o direito de o PCB ter 6 programas (um terço) e o PSOL os outros 14. No entanto, nossos interlocutores mantiveram a proposta de 16 para o PSOL e 4 para o PCB.

    Outro motivo de impasse foi a proposta apresentada pelo PSOL para compor a coligação no Estado de São Paulo, em que o PCB, antes do início das negociações, já tinha candidaturas próprias aos quatro cargos estaduais em disputa.

    A direção do PSOL condicionou a elevação do número de programas eleitorais na televisão para o candidato a Vice para 5, caso o PCB aceitasse a seguinte proposta para São Paulo:

    - retirarmos nossa candidatura a Governador e indicarmos o Vice para o seu candidato, Paulo Búfalo, ex-vereador em Campinas; nosso candidato a Vice teria direito a 5 programas e o candidato a Governador a 15;

    - um candidato a Senador para cada partido;

    - coligação proporcional, tanto para Deputado Federal como Estadual, em que o PSOL ficaria com 90% do horário eleitoral e o PCB com 10%.

    No que se refere à negociação sobre São Paulo, contrapropusemos a escolha de um candidato a Governador de consenso, mesmo que filiado ao PSOL, sugerindo o nome de Ildo Sauer, ex-diretor da Petrobrás demitido por Lula e uma das expressões nacionais da campanha pela reestatização da empresa. Sobre as coligações proporcionais, nossa contraproposta inicial era de 25% do horário eleitoral, mas chegamos a admitir 20%, dependendo do conjunto da proposta.

    Na realidade, a longa negociação acabou se limitando a estas duas questões, não se aprofundando nos possíveis entendimentos sobre outros Estados.

    Tendo em vista a frustração do acordo, ficam mantidas as candidaturas próprias do PCB a Presidente (Ivan Pinheiro) e a Vice-Presidente (Edmilson Costa), além de nossas chapas próprias nos Estados, exceto naqueles em que se celebraram coligações no âmbito regional.

    Estamos certos de que foi correta a decisão do Comitê Central do PCB de admitir a retirada de nossa candidatura presidencial e abrir negociações com o PSOL, partido com o qual contamos para a viabilização da necessária frente anticapitalista em nosso país.

    A celebração desta aliança eleitoral seria uma importante sinalização para o conjunto da esquerda socialista, no sentido de suscitar um relacionamento político favorável à unidade de ação nas duras batalhas anticapitalistas e antiimperialistas, cada vez mais duras e complexas, em função da crise sistêmica do capital.

    No entanto, mais importante que a formalização de uma coligação eleitoral foi o diálogo respeitoso que vivenciamos nestes dias com os companheiros do PSOL, cujas razões para não flexibilizar nessas negociações o PCB entende e respeita, em função das diferenças de forma de organização e de linha política, no campo da tática e da estratégica, entre nossos dois partidos.

    De nossa parte, faremos de nossa campanha própria uma tribuna que ajude a criar as condições para a unidade de ação no campo da esquerda socialista e, sobretudo, para a constituição de uma frente ampla e permanente em oposição à ordem burguesa, para além dessas e de outras eleições.

    Aos militantes e simpatizantes do PCB, conclamamos a darmos o melhor dos nossos esforços para fazer com que o saldo desta nossa campanha própria acumule forças na perspectiva da revolução socialista.

    São Paulo, 30 de junho de 2010, às 23 horas e 38 minutos

    COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL

    PCB – PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO